Orientações e Procedimentos

Câncer de Rim

CÂNCER DE RIM

Câncer de Rim é mais frequente entre 50 e 70 anos, e afeta mais homens do que mulheres. A causa do câncer de rim nem sempre é conhecida. Mas existem maneiras de reduzir o risco da doença.

O QUE AUMENTA O RISCO DO CÂNCER DE RIM?

Alguns fatores podem aumentar o risco da doença:

  • Tabagismo
  • Sedentarismo
  • Sobrepeso/Obesidade
  • Dieta pobre em vegetais e frutas
  • Fatores genéticos (síndrome familiares)

QUAIS SÃO OS SINTOMAS DO CÂNCER DE RIM?

Seguem alguns de seus sintomas:

  • Dor nas costas
  • Dor nos flancos
  • Dor abdominal e inchaço
  • Sangue na urina
  • Massa palpável
  • Perda de peso
  • Inchaço das veias ao redor do testículo direito

Outras alterações menos frequentes, mas que podem ocorrer em até 20% dos casos são:

  • Alterações do fígado
  • Alterações dos níveis de cálcio sanguíneo
  • Hipertensão arterial
  • Alterações hormonais

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO DE CÂNCER DE RIM?

Muitas vezes os casos de câncer de rim são detectados em exames de imagem de rotina como em um ultrassom durante um check-up. Geralmente solicitamos uma tomografia computadorizada ou ressonância magnética para avaliar melhor o caso.

Mas para se ter certeza se um quadro benigno ou maligno, muitas vezes temos que retirar o tumor e enviar o material para análise.

QUAL É O MÉDICO QUE TRATA CÂNCER DE RIM?

É fundamental buscar por um médico Médico Urologista. Afinal, ele é o especialista que trata o Câncer Renal.

COMO É FEITO O TRATAMENTO DO CÂNCER DE RIM?

A medicina fez muitos avanços na área cirúrgica urológica e hoje, muitos procedimentos já podem ser realizados de maneira minimamente invasiva.

Fazemos cortes muito pequenos (0,5-1cm)  e inserimos uma câmera e pequenas pinças no abdome do paciente (laparoscopia). A agressão cirúrgica é mínima. Isso significa menor dor no pós-operatório, retorno rápido às atividades diárias e cicatrizes mínimas ou mesmo inexistentes.

Muitas vezes utilizamos também assistência de um robô (cirurgia robótica) para casos mais complexos.

É muito raro ter que retirar todo o rim do paciente, geralmente retiramos apenas o tumor e preservamos o órgão, a não ser que o o quadro já esteja mais avançado com ameaças de metástase (espalhar para outros órgãos).

Veja também: